Imobiliário

Reabilitação de uma antiga tanoaria na frente ribeirinha de Vila Nova de Gaia preserva a estrutura e a fachada original e valoriza a relação privilegiada com o Douro
O Royal Pescaria, primeiro projeto da Royal Ventures em Vila Nova de Gaia, encontra-se em construção e já tem 17 dos seus 18 apartamentos vendidos, correspondentes a 94,4% da oferta residencial. No total, o empreendimento integra 20 frações, entre 18 apartamentos e duas unidades comerciais, e apresenta um valor global de comercialização a rondar os 10 milhões de euros.
Os 18 apartamentos integram-se num segmento residencial premium, valorizado pela localização na frente ribeirinha de Gaia, pelas vistas desimpedidas sobre o Douro e o Porto e por soluções arquitetónicas que conjugam a preservação do edifício original com padrões contemporâneos de conforto. As áreas dos apartamentos variam entre 36,5 e 95,3 metros quadrados, sendo que o Royal Pescaria dispõe ainda de oito lugares de estacionamento.
No leque de opções residenciais, o projeto tem atualmente disponível apenas um apartamento T1 de 89 metros quadrados, com vista frontal para o Douro e lugar de estacionamento, cujo valor de comercialização é de 499 mil euros. Mantêm-se também disponíveis as duas unidades comerciais, num empreendimento em que os preços das frações variam entre os 295 mil e os 726 mil euros. A conclusão da obra e a entrega das chaves estão previstas para o início de 2028.
Localizado em frente ao Cais da Pescaria e com a Alfândega do Porto do outro lado do Douro, o Royal Pescaria beneficia de vistas desimpedidas sobre o rio e a cidade do Porto, numa localização de elevado valor patrimonial. A Alfândega do Porto, um dos mais relevantes exemplares da arquitetura neoclássica portuense, integra uma frente histórica protegida, inserida no centro histórico do Porto, classificado como Património Mundial da UNESCO desde 1996.
O empreendimento residencial nasce da reabilitação de uma antiga tanoaria, designação tradicional para os edifícios ligados ao fabrico e armazenamento de pipas de madeira, nomeadamente as utilizadas pelas casas de Vinho do Porto. A intervenção foi concebida para preservar a identidade e a memória industrial do imóvel, mantendo integralmente a fachada original e valorizando a estrutura existente.
A assinatura arquitetónica é do gabinete Pedro Mosca & Pedro Gonçalves Arquitectos, que desenvolveu uma solução sensível à história do edifício e à sua relação com a envolvente. O projeto preserva o traço arquitetónico original e integra novos elementos de forma discreta, reforçando a entrada de luz natural e a relação dos espaços interiores com a paisagem do Douro.
Com uma área total de construção de 2.022 metros quadrados, o Royal Pescaria conjuga a autenticidade de um edifício de origem industrial com padrões contemporâneos de conforto habitacional. A opção pela reabilitação da estrutura existente permite ainda preservar elementos com valor histórico e reduzir o impacto associado a uma construção de raiz.
“Um dos principais desafios da obra resulta da existência de edifícios antigos nas proximidades, o que obrigou a uma execução particularmente cuidada das demolições e escavações. Estes trabalhos, acompanhados arqueologicamente, exigiram uma metodologia minuciosa, com equipamentos de pequeno porte e uma forte componente manual. A proximidade ao rio foi igualmente determinante, levando à elevação dos pisos habitacionais, que se desenvolvem a partir do piso 1, enquanto o piso 0 é destinado a garagens e espaços comerciais”, explica Alexandre Pinto, Civil Engineering Manager da Royal Ventures.
A comercialização do empreendimento residencial assenta num modelo de pagamento que prevê 20% do valor no momento da entrada e os restantes 80% na entrega do imóvel. O Millennium bcp assegurou a totalidade do financiamento da construção, acompanhando o desenvolvimento do projeto ao longo do processo.
A Royal Ventures tem vindo a construir um portefólio residencial assente em projetos de reabilitação e construção nova em localizações premium, combinando zonas centrais do Porto com áreas de elevada procura na envolvente metropolitana.
Para além do Royal Pescaria, a carteira inclui atualmente o Royal Sá da Bandeira, com oito apartamentos e uma unidade comercial; o Royal Santa Catarina, com três apartamentos; o Royal Cedofeita, com sete apartamentos e uma unidade comercial; o Royal Álvares Cabral, com oito frações residenciais; e o Carofini - Matosinhos Sul, com 17 unidades residenciais, estando igualmente previstos novos projetos na Área Metropolitana do Porto.
O promotor imobiliário reforçou entretanto a sua equipa com a entrada de Rodrigo Forte como novo Head of Sales & Marketing, assumindo a liderança da estratégia comercial, da rede de parceiros e do posicionamento e marketing dos projetos da empresa.
Com experiência em vendas, negociação e desenvolvimento de negócio, incluindo no setor imobiliário e na comercialização de ativos de elevado valor, o profissional traz também uma perspetiva internacional à estratégia de crescimento da Royal Ventures.
“Quero contribuir para que a empresa se afirme como uma promotora imobiliária de referência em Portugal. Somos um promotor com uma visão assente na consistência e na entrega de elevada qualidade, procurando resgatar aquilo a que muitas pessoas chamam a 'construção de antigamente': projetos com boas áreas, atenção ao detalhe e um elevado padrão de execução. Queremos que os espaços que desenvolvemos possam ser verdadeiros lares e contribuir para criar memórias felizes na vida de quem os escolhe”, salienta Rodrigo Forte.